Feliz Ano Novo!

Feliz Ano Novo? Em setembro?

Sim, em setembro. Este é o primeiro post do ano. Nem vou dar desculpas pois não há mimimi no mundo que justifique 10 meses sem postar. Muito trabalho? Sim! Muito treino? Sim! Uma resolução de ano novo de ser mais presente no blog totalmente abandonada? Também.

No Instagram, a minha definição consta como “Procuradora, Corredora e Blogueira, não necessariamente neste ordem.” Porém, neste último ano com certeza o lado procuradora e corredora ficaram muito à frente do lado blogueira. Talvez, nessa lista, ainda devesse entrar (pois sempre está bem na frente) o “esposa”, o “estudante” – sim, voltei a uma sala de aula depois de anos…

Aconteceram muitas coisas nesses últimos 10 meses:

Foi nesse período que fiz minha melhor Meia Maratona – Golden Four Brasília, ao lado da minha querida amiga Maiara Sanchez, super corredora, Ninja, que me puxou do início ao fim (e já tinha ido me buscar no aeroporto no dia anterior);

Foi nesse período que tive aula de ski e treinei corrida com sensação térmica de -26° no Canadá;

Foi também quando treinei para uma Meia Maratona em Nova York que foi cancelada com dois dias de antecedência por causa de uma previsão de tempestade de neve;

Foi nesse período que corri a prova mais longa da minha vida até agora – as 15 milhas de São Paulo, inteiramente ao lado do Kiko, que naquele mesmo dia foi promovido do status de amigo para Coach (além de permanecer amigo, claro);

Foi nesse período, também, que decidi correr a minha primeira maratona, me inscrevi e – agora – estou em treinamento…

E esse novo desafio – de pular dos pouco mais de 24K da prova de São Paulo para os míticos 42K tem me tirado o sono, feito com que eu questionasse muita coisa, que realmente eu precisasse me “fechar para balanço”, reavaliando o que a corrida representa na minha vida. Ainda estou nessa fase. Alguns longos animadores, outros que me fizeram chorar, literalmente. Ainda é um capítulo inacabado, mas que tem me feito pensar muito naquelas frases que podem parecer cliché, mas que me parecem muito certeiras, como a de Zatopek: “Quer correr, corra uma milha. Quer mudar a sua vida, corra uma Maratona”. Mas… que mudanças são essas? Ainda não sei, ainda não entendo bem mas algo começou a brotar desde o dia que, tremendo, digitei os números do cartão de crédito naquela inscrição…

Então, amigas, minhas sinceras desculpas pelo tempo afastada do blog e meu muito obrigada a quem permanece no Instagram, que continuo atualizando de forma praticamente diária. Pra terminar, vou citar um dos trechos de um livro que marcou minha adolescência e que agora, de uma forma diferente, me pareceu muito atual e adequada. Aos poucos, volto a escrever por aqui! Prometo!

“… tenha paciência quanto a tudo o que está ainda por resolver no seu coração e que tente amar as próprias perguntas como se fossem salas fechadas ou livros escritos numa língua muito diferente das que conhecemos. Não procure agora respostas que não lhe podem ser dadas porque ainda não as pode viver. E tudo tem de ser vivido. Viva agora as perguntas. Aos poucos, sem o notar, talvez dê por si um dia, num futuro distante, a viver dentro da resposta.

Talvez traga em si a possibilidade de criar e de dar forma e talvez venha a senti-la como uma forma de vida particularmente pura e bem-aventurada; é esse o rumo que deverá tomar a sua educação; mas aceite o que está por vir com grande confiança, e se ele surgir apenas da sua vontade, de uma qualquer necessidade interior, deixe-o entrar dentro de si e não odeie nada.”

Rainer Maria Rilke – Cartas a um Jovem Poeta

7 dicas para que seu treino sobreviva ao inverno

Muita gente começa a treinar no fim do verão, início do outono e quando começam os dias mais frios, acaba deixando o edredon vencer a motivação para sair pra correr, tudo por uma horinha a mais na cama e depois fica se perguntando como é que tem “louco” que consegue correr no frio…

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Mas, como vocês já devem ter visto em posts motivacionais por aí, como “corpos de verão são feitos no inverno” e não há “projeto de verão” duradouro sem que se treine durante todo o inverno, seguem abaixo um “guia de sobrevivência na corrida” para a estação mais fria do ano:

1. Seja organizada – Você corre de manhã? Separe sua roupa e tudo que você precisa pra treinar na noite anterior. Você corre no fim da tarde? Leve uma mochila com tudo que precisa para o trabalho e não passe em casa para se trocar. Vá direto. A cama e o sofá são tentadores demais e você precisa ter tudo em ordem para conseguir resistir a eles. Aquele “só um minutinho” a mais na cama enquanto pensa o que vai vestir é o primeiro passo pra desistir. Tocou o despertador, levanta e já se veste!

E a regra é parecida para quem treina no fim do expediente: Não passe perto de casa, pois o sofá vai tentar te convencer a ficar em casa… Terminou o expediente, nem pense duas vezes, se troca e vai direto!

2. Não exagere na roupa – Uma vez li, em alguma edição da Runner’s World Brasil, que “se você não sente frio antes de começar a treinar, certamente está muito agasalhado para correr”. E é verdade. Seu corpo vai se aquecer e você vai começar a suar muito mais rápido do que você pensa, daí você vai ficar molhado e com o vento frio de inverno, já viu, né? Então, a roupa que você deve separar para treinar é, sim, uma calça comprida, uma blusa de mangas longas ou então manguitos se preferir, de tecidos finos e tecnológicos, que joguem o suor pra fora, mas que não te aqueçam demasiado ou que te deixem com a sensação de molhado. Super casacos, mesmo que de fleece, nylon, ou até mesmo corta-ventos que não tenham área “respirável” podem atrapalhar, seja pelo calor (sim!!!) ou por segurar o suor que, uma vez “pra fora” vai ficar gelado com o vento frio…

3. Porém, tenha opções de roupas secas e quente para vestir imediatamente após o treino – e quando eu digo IMEDIATAMENTE, quero dizer IMEDIATAMENTE… Não é 30minutos ou uma hora depois, quando chegar em casa. Conforme falamos no tópico acima, mesmo no frio, provavelmente sua camiseta estará úmida de suor. Troque por outra seca e aí sim, vista o fleece, a jaqueta de nylon, de pluma de ganso, o corta vento, a lã, ou o que preferir. É este momento, quando você pára de correr e o corpo volta a esfriar, que vai fazer a diferença entre você pegar uma super gripe ou não… Todo cuidado é pouco! Se você não for fazer um treino em que comece e termine no mesmo lugar, no qual você pode deixar essa roupa extra no carro ou com a assessoria, por exemplo, cogite ter uma blusa leve amarrada na cintura.

4. Abuse dos acessórios para o inverno – Se o frio for grande mesmo, vale a pena investir em alguns acessórios para se proteger, como luvas, gorros, “headbands” que protejam os ouvidos e “ecoheads” (tipo de polaina para o pescoço), principalmente se houver vento. Proteger os ouvidos, a garganta e extremidades é fundamental.

5. Tenha sempre um plano do que fazer com os acessórios se no meio do treino ou prova começar a sentir calor – No exterior, é comum que as pessoas usem roupas mais velhinhas no dia das provas e depois joguem na beirada da rua, para que a organização passe e recolha pra doação. Como aqui a gente não tem esse costume (nem o dinheiro para comprar sempre roupas e acessórios novos) é bom se preocupar em como carregá-los no auge do aquecimento.

Eu, particularmente, prefiro correr com manguitos a mangas longas pela facilidade de tirá-los, quando ficam enrolados nos punhos, ou mesmo os tiro e amarro no cinto de hidratação que uso nos longões. A mesma coisa com luvas, gorros etc. Certifique-se que terá um bolso ou algo assim para guardá-los até o final.

6. Cuide dos lábios e da pele do rosto –  não é por que os dias muitas vezes estão nublados que podemos descuidar da pele. Os lábios costumam rachar e por isso é essencial que use produtos específicos para protegê-los (já escrevemos sobre alguns existentes no mercado há pouco tempo atrás), mas todo o rosto merece atenção. Continue passando seu protetor solar ou um hidratante específico para a pelo do rosto, mas cuide para que não seja muito oleoso, para não escorrer nos olhos com o suor. O Sol do inverno também pode queimar e a pele já costuma sofrer mais com os ventos gelados, menor umidade do ar e também comumente com a hidratação inadequada.

7. Hidratação é necessária – No verão acabamos bebendo mais líquidos para nos refrescar, mas no inverno o nosso organismo também precisa de água, tanto quanto no verão. Além do suor, há ainda o ressecamento da pele, bem como das as vias respiratórias, principalmente nos dias de baixa umidade relativa do ar, então não interessa o quanto esteja frio, não dispense a água em uma prova nem esqueça de levar sua mochila ou cinto de hidratação nos dias de treinos longos!

Abaixo, algumas fotinhos de peças que uso:

Manga curta e manguito. Se sentir calor, é mais fácil de resolver do que uma manga longa...

Manga curta e manguito. Se sentir calor, é mais fácil de resolver do que uma manga longa…

camiseta extra pra trocar assim que o treino acabar. Nunca fique com a roupa molhada de suor!

camiseta extra pra trocar assim que o treino acabar. Nunca fique com a roupa molhada de suor!

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Também pós treino: Se agasalhe! Uma gripe pode te fazer perder semanas e você não quer isso, não?

Também pós treino: Se agasalhe! Uma gripe pode te fazer perder semanas e você não quer isso, não?

Mudança de casa

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Quem é assinante da Runner’s World Brasil já deve ter recebido a cartinha da Abril. A revista deixará de ser publicada pela Editora e passará a ser, a partir de janeiro de 2015, da Rocky Montain.

Aos assinantes, foi disponibilizado a possibilidade de migrar a assinatura para a outra editora, mudar de revista da Abril ou ainda a devolução do dinheiro equivalente às edições restantes.

A Rocky Montain está no mercado há 10 anos e é responsável pelas revistas Go Outside e HardCore no Brasil.

Mas, e o que devemos esperar dessa mudança? Já sabemos que perdemos as colunas do Iberê, do Serginho e da Patrícia Julianelli… Todos passarão a escrever em outras revistas da Abril. Mas o que vem em troca?

No site da nova editora, diz que “entre as mudanças que a Rocky Montain implementará em sua Runner’s World estão um novo e moderno projeto gráfico, mais clean e sofisticado; uma área dedicada exclusivamente às corredoras e assuntos ligados à corrida feminina; novos colunistas; e uma maior atenção ao conteúdo digital, tanto no tablete quanto no website, que também será totalmente reformulado.”

Parece bom. Eu dei meu voto de confiança e optei por migrar minha assinatura para continuar recebendo a minha Runner’s! É esperar janeiro para conferir!

Novo Portal da Vivo Esportes

Pra quem ainda não sabe, a Vivo Esportes está com um site novo. Deixou de ser o site em que apenas vamos baixar nossas fotos na segunda-feira após a prova do final de semana, mas um verdadeiro portal com muito mais informação e conteúdo. Agora, lá podemos fazer inscrições para provas, buscar os resultados (e com eles já “puxar” as fotos…), ler notícias sobre os esportes e também ler colunas relacionadas à corrida de rua.

cara nova e muito mais conteúdo!

cara nova e muito mais conteúdo!

E adivinha quem é uma das colunistas??? Adivinha? Uma dica apenas: Tem um blog que começa que tem a ver com corrida e com mulher e o nome é quase uma ordem… assim, no imperativo… Corre, Mulher!

Sim, euzinha estou lá e, além do texto de estréia, que foi ao ar no último sábado, terá sempre um texto novinho todas as quartas-feiras. O de hoje já está disponível e aviso… talvez crie polêmica…

Será que é isso mesmo? Leia lá no site da Vivo Esportes!

Será que é isso mesmo? Leia lá no site da Vivo Esportes!

Vai lá conferir o portal! Polêmicas à parte sobre a opinião desta pobre colunista, o site está realmente muito legal e a equipe da Vivo está de parabéns!

Quem tem medo de correr na rua?

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Volte e meia ouço alguma amiga comentando que “queria tanto correr” mas não consegue pois não tem nenhum parque perto de casa. Outras correm apenas na esteira, quando queriam treinar no asfalto… O motivo? Medo de correr na rua.

Não vou dizer que a violência não existe. Existe, sim. Nem vou dizer que nunca nenhum corredor foi atropelado… Não vou dizer que o medo é besteira. Não é.

Eu mesma, quando comecei a correr, travava de medo ao pensar em sair à noite e só cogitava treinar em parque, mesmo de dia.

Hoje, no entanto, acho que a “coragem”  foi um dos efeitos colaterais que a corrida me trouxe.  Acredito que com o hábito e alguns cuidados básicos, a gente consegue se virar mesmo sendo mulher, mesmo correndo sozinha, mesmo muito cedo ou à noite…

A seguir, então, algumas dicas que, embora pareçam bobinhas, serviram para mim e podem, quem sabe, ajudar a dar coragem a mais alguma menina que queria treinar na rua:

1)    Busque correr em locais com boa iluminação e com movimento:

Quando corro pela manhã, entre 5h30 e 6h00 da manhã, não vejo problema em correr perto de casa. A região é bem iluminada e tem bastante movimento de carros e pedestres. Como a região é bem abastecida de linhas de ônibus, tem muita gente acordando cedo e indo trabalhar. Por outro lado, à noite, a região predominantemente residencial “morre” à noite. Então, quando o treino é noturno, prefiro correr em outros locais (como por exemplo nos arredores da Praça do Japão, que já citei em posts no Facebook e Instagram). Regiões onde há mais comércio, bares ou restaurantes, tem mais vida noturna e consequentemente mais segurança.

2)    Deixe a carteira e objetos de valor em casa

Além de ser melhor correr sem bagagem, quanto menos coisas tiver a mostra, menos medo de ser assaltada terá. Eu sei que meu Polar não é lá tão barato, mas acredito que não seja um artigo de fácil comercialização no “mercado paralelo”, então é a única coisa que vai comigo. Quem vê uma pessoa correndo de shorts e regata, vê que não tem bolsa pra ter carteira ou celular… Ah, você corre com o celular que acabou de lançar? Nem tudo está perdido… mas quando eu corria com celular preferia uma manguinha curta mais larguinha pra cobri-lo um pouco. Eu, pelo menos, sentia menos medo assim…  O ideal é carregar só a chave (de casa ou do carro).

3)    Deixe o fone de ouvido em casa

Se vai correr na rua, o ideal é estar bastante atenta ao trânsito. Aqui em Curitiba, muita gente (inclusive eu, às vezes) usa a canaleta exclusiva de ônibus para correr. Como não quero ser surpreendida pelo maior ônibus do mundo (sim, ele roda por aqui…), eu prefiro não me distrair. Se você não corre sem música, pelo menos deixe num volume razoável, que não te deixe alheia a todo o resto do mundo…

Observação: Por outro lado, o fone de ouvido até ajuda você a fingir que não ouviu alguma cantada barata de alguém por quem você passou. Sim, elas acontecem. Tem homem que parece que nunca viu uma perna feminina… É só seguir em frente…

4)    Não pense duas vezes antes de parar em um cruzamento

O treino não vai ser perdido se você parar um pouquinho. Melhor dar uns pulinhos no lugar  ou fazer pequenos círculos na calçada por alguns minutinhos do que ser atropelada! O tempo de um semáforo mal deixa a frequência cardíaca cair e tem que lembrar que treino é treino, prova é prova. Você e seu técnico, principalmente, saberão avaliar o pace tirando os tempos dos intervalos. Fique tranquila!!!

5)    Deixe as roupas pretas pra outra hora

O que emagrece não é a cor da roupa de treino, é o treino em si! Principalmente se vai correr muito cedo, quando ainda está escuro, ou à noite, use roupas claras e se possível com detalhes refletivos. Você quer ser vista pelos motoristas, ciclistas e quem mais estiver no trânsito.

6)    Parece óbvio, mas… Atravesse nas faixas de pedestre!

Regras de trânsito são para todos, não só para quem está dirigindo. Os riscos de acidente serão minorados se você fizer a sua parte.

7)    Corra com amigos

Se ainda assim não se sentir segura, tente combinar com amigos nas primeiras vezes. Em grupo, os riscos de assalto são ainda menores. E também, mais fácil de ser visto. Só tem que cuidar com as regrinhas básicas de trânsito, pra não querer alcançar o grupo e passar num cruzamento sem olhar pros lados… melhor ficar para trás por alguns minutinhos, né? E certeza que os amigos diminuirão o passo um pouquinho para esperar quem ficou pra trás…

Já fez seu check-up?

Coincidentemente, na semana em que se comemora o Dia Mundial da Saúde (foi dia 07/04) e o Dia Mundial de Combate ao Câncer (hoje, dia 08), vemos a mídia especializada discutindo sobre o atendimento aos corredores em grandes provas.

De quem é a culpa pelo grande número de atletas necessitando de atendimento? Qual seria o número razoável de profissionais da saúde numa prova com milhares de inscritos?
Sem buscar defender qualquer empresa – que sim, tem obrigação de bem atender e garantir o bem estar de seus clientes durante o serviço por elas prestado – façamos o “mea culpa”…
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Quantos dos milhares de atletas que correm nas tantas provas de todas as semanas estão com seus exames em dia e seguindo as planilhas de um profissional de educação física?
Saúde é coisa séria.
Eu comecei a correr “na louca” mas, em um mês já fazia minha primeira consulta médica para ter certeza que eu podia correr e com seis meses já estava devidamente assessorada.
Correr é bom, sim. Faz bem à saúde, sim. Mas não devemos dar chance ao azar.
Devemos fazer a nossa parte. Check-up é sempre necessário. A prática de qualquer atividade física necessita de orientação para não causar mais problema do que benefício.
O famoso “prevenir é melhor do que remediar” vale muito.
Não sei vocês, mas eu quero correr muito ainda. A corrida faz bem não só pro corpo, mas pra mente… é a hora que relaxo, que esqueço do trabalho, que esqueço da vida… e não quero perder isso.
 Então, independente da exigência real da minha Assessoria de corrida, não deixo meus exames vencerem… Preciso ter a certeza que serei uma velhinha sarada e corredora, aquela que os novinhos vão ficar de cara ao me ver passar mais rápida que eles!
Foto "roubartilhada" do facebook da Paula Narvaez - do "Corre Paula"

Foto “roubartilhada” do facebook da Paula Narvaez – do “Corre Paula

Amanhã, dia 09, é dia de check-up cardiológico e ergoespirometria. Já falei deste exame ano passado e estou ansiosa para comparar os resultados e ver se houve alguma evolução no meu condicionamento…

Sobre o exame, como não sou médica, indico estes dois sites (clique aqui e aqui) para que vocês entendam um pouquinho melhor… depois eu conto dos meus resultados!

Barro? Lama? Sou mais do asfalto!

Vejo muitos amigos(as) partindo para as corridas de montanha e/ou aventura e adorando. Eventualmente vem um convite pra participar e minha resposta sempre foi a mesma: “Não, obrigada, eu gosto é do asfalto” mas então sempre ouço um “Ah, o dia que você experimentar, nunca mais vai achar graça em correr no asfalto…”

No último sábado, minha assessoria, a Trainer, voltou de seu recesso com um treino especial, com opções para duathlon (corrida + bike) ou corrida na trilha, além de um circuito funcional.

Como bike não é muito minha praia, optei pela trilha. Como era um treino festivo e dentro de um parque, não imaginei grande dificuldade (e nem havia mesmo!), porém se houvesse uma trilha sonora no local (e pra mim, quase posso jurar que havia!) só uma música tocaria:

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“Odeio barro

Odeio lama

Que nojinho!

não vou sair do lugar!”

Ok, ok… eu confesso!!!

Não, não eram os pôneis malditos de volta, era euzinha mesmo pensando alto!

Ninguém faz ideia do quanto detestei a experiência.

Fiz reclamando só um pouquinho (juro!), mas mantive o mesmo ritmo dos demais. Odiei, porém, cada segundo que estava no meio do mato, me arranhando em espinhos nos trechos mais fechados, batendo a cabeça em troncos baixos, escorregando na lama decorrente das chuvas da última semana. Pior ainda foram os trechos que desci praticamente sentada pra não sair rolando morro abaixo, morrendo de medo de me machucar e ter que adiar meus planos no asfalto.

O plano era fazer a trilha ida e volta. Graças a Deus, o lugar de parada era no asfalto. Ali, não tive dúvidas. Agradeci a meu treinador pela experiência, que me fez ter certeza que eu jamais gastarei um centavo em inscrição de prova de aventura, por mais “fácil” que digam que seja, e voltei trotandinho pela pista de corrida, contornando o trecho.

Meu marido costuma dizer que “ninguém gosta de desistentes” mas de verdade, nesse caso, não me senti assim! Eu não posso desistir de algo que nunca me propus a fazer de verdade. Topei a trilha como uma brincadeira e acredito que tomei a decisão sensata para não correr o risco de me machucar e aí sim ser prejudicada naquilo que realmente eu gosto e quero fazer, que é correr, realmente, participar de uma meia maratona em curto prazo… Corrida de montanha? Só topo ir torcer por meu marido. Ele sim, vai partir logo logo pra esta modalidade!

Acho que o legal do esporte é isso mesmo. Tem opção para todos os tipos de gente. Para todos os perfis. O meu tipo? Pode chamar de Pônei Maldito que eu nem ligo!!

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P.s.: Smack! Te quiero!  😉

2014 chegou! Hora de fazer um balanço do ano que passou e definir novas metas!

2014

Fim de ano normalmente é sinônimo de correria (e não de corrida) pra mim. Sempre trabalhando, sempre com presentes pra comprar, ceia para preparar… Então, apesar de 2013 ter sido um ano muito bom e as expectativas para 2014 sejam ainda melhores, confesso que já comecei o ano um pouquinho cansada.

Não foi ainda em 2013 que corri a São Silvestre, embora fosse uma das promessas do último Revéillon. O combinado era que fossemos correr eu, meu marido e mais um casal de amigos. No entanto, meu marido e a Mel, minha amiga, tiveram lesões que os impediram de treinar por algum tempo, o que fez com que renovássemos a promessa para o próximo dia 31.

Eu também enfrentei uma pequena lesão e um batalhão de exames e consultas médicas… A “rasgadura” no abdômen atrasou meus planos de recordes pessoais nos 5K mas foi um pouco a responsável pela mudança de foco – nem tanto baixar tempo, mas aumentar a quilometragem.

No entanto, durante o ano baixei meu tempo nos 5K. Se em 2012 terminei o ano tentando sair da casa dos 30min, consegui 25m07 em uma das minhas voltas da Maratona Beto Carrero (depois da lesão) e antes disso, 25m34 na Stadium Marathon.

Apesar de não ter chego nos sonhados e dificílimos 23min mas estreei em distâncias maiores, concluindo 9K em 47min e 10K na casa dos 55min (55m29 na estréia, prova realizada com a Maratona de Curitiba, e 55m10 na Prova Rústica de Pinhais).

Se inicialmente pretendia correr uma prova por mês, corri um pouco mais… Finalizei o ano com 18 medalhas e um troféu: O 4˚ lugar na Categoria Advogada na Corrida do Tingui.

O saldo, foi, sim, positivo em 2013. Agora, para 2014, quais os meus planos?

Mais pódium, sim, nos 5K, mais corridas de 10K e, se tudo der certo, minha estréia na Meia Maratona. Data, clima e percurso ideal? Buenos Aires, quem sabe! Mas tem Florianópolis também… definições somente após uma boa conversa com o Técnico para ver o tempo de preparação, e com o marido para organizar a viagem.

Calendário_Corrida_Lua_Cheia_2014Fora a meia, o que quero mesmo é continuar promovendo “O Barato da Corrida”, com a divulgação e participação das provas mais em conta ou cuja inscrição se reverta em doação. Quero provar que dá pra correr, divertir-se e pagar pouco. Começo já nesse mês de janeiro correndo, depois de um ano, novamente uma etapa do Circuito da Lua Cheia.

Esse Circuito é muito legal pois acontece em absolutamente toda quarta-feira de lua cheia (doze provas por ano), com um valor super acessível e você só paga (e leva) a camiseta se quiser e, no final, tem uma mesa de frutas enorme e tudo é muito bem organizado. Em janeiro, a prova ocorrerá no dia 15, mas vale a pena ver o calendário completo – no final do ano tem premiação para os melhores de todo o Circuito! Para maiores informações, acesse o link clicando na foto ao lado!

O livro, a corrida e a tal sacola…

Outro dia eu saí atrás do livro “Correria”, do Jornalista Sérgio Xavier Filho, da Runner’s World Brasil, porque no último verão tinha me surpreendido com a leitura de “Nascido para Correr” e agora queria repetir a dose lendo sobre corrida. Só que não achei o livro pra comprar. Estava em falta.

Não lembrando de nenhum outro título e sem que as vendedoras me fornecessem grande ajuda (souberam apenas me indicar as prateleiras dos livros de Educação Física, mas eu não queria ler sobre técnica de corrida, eu queria algo que me inspirasse e motivasse…), fiquei perambulando na livraria, pensando o que compraria para ler neste verão e já  tinha desistido quando na fila do caixa – para pagar o livro “teen” que daria de presente para minha enteada, uma capa me chamou a atenção…

Tá, eu confesso!  Eu sou uma pessoa preconceituosa.

Eu sempre passei longe das prateleiras dos chamados livros de “auto-ajuda”. O meu discurso sempre foi de que livro de auto-ajuda só ajuda o autor e a editora.

No entanto, aquela capa branca com um “START” enorme em vermelho, e mais, dizendo “dê um soco na cara do medo”, não tinha como ignorar…

Chama ou não chama a atenção uma capa dessa?

Chama ou não chama a atenção uma capa dessa?

Eu ainda estava meio perturbada com minha reação na prova do Tingui e diante do resultado dela, motivo pelo qual, ao buscar algo sobre corrida, o que eu queria na verdade era algo que me ajudasse a lidar com meus sentimentos sobre corrida… e de repente alguém, descaradamente,  dizia-me pra dar um soco na cara do medo! E mais… mandava:  “Fuja da média”…

E se é pra confessar, confesso de uma vez… o medo da “mediocridade” sempre me perseguiu.  E por mais que muitas vezes eu tente me convencer que tudo bem “estar na média”, eu nunca me sinto muito confortável sentindo-me “mediana”…

Peguei então o livro e dei uma folheada. Dê cara, e sem qualquer contexto, li o seguinte: “Arrume um emprego de meio período”. Pensei: Embora esteja fazendo muitas horas extras, eu acabo de trocar meu emprego de cerca de 10 horas diárias por outro de 20 horas semanais… Vou levar este livro – diz aqui que é best-seller do New York Times e do Wall Street Journal, não deve ser de todo ruim… Comprei.

E não é que o livro é bom? Está me fazendo parar para pensar. E muito. Às vezes em minha relação com a corrida, outras no aspecto profissional (na verdade o livro é mais destinado à carreira.)

Jon Acuff, o autor, numa explicação muito resumida, trata da busca da grandeza. Não de dinheiro, nem de fama. Ele tenta mostrar que o que fará diferença lá no fim da vida, realmente, é que você tenha sido uma pessoa incrível, seja lá no que você fizer. E ser incrível não necessariamente quer dizer milionária ou famosa, mas eventualmente pode ser que dinheiro e fama até venham como consequência.

E de tanto pensar nestas questões, uma das figuras utilizadas no livro me chamou muito a atenção, inclusive a ponto de me fazer parar para postar uma imagem no Facebook e no Instagram prometendo uma explicação posterior.

O livro em certo  trecho fala de  uma universidade norte-americana que nem interessa agora certificar-me de qual exatamente, que teria feito um estudo e chegado a conclusão que temos um suprimento diário de força de vontade que é finito. Conclui o autor que se você vai dedicar 30 minutinhos do seu dia para ir em busca da sua grandeza (e ele defende que é possível em apenas 30 minutinhos, o importante é começar – lembra que o título do livro é “Start”?) – melhor que seja às 5h00 da manhã do que às 23h00. Por que? Porque ao longo do dia você já usou seu estoque de força de vontade e de motivação para resolver os problemas do trabalho que paga suas contas e para os pequenos probleminhas do dia a dia. Então, quando é que terá a maior chance de estar mais motivado? Quando estará com mais disposição? Será ao acordar mais cedo.

Nesse ponto, eu acabei identificando-me no que se refere à Corrida. Foi aí que imaginei-me carregando essa sacola, assim como a minha lancheira que carrego com minhas comidinhas fitness… Sai cheia de casa e retorna comigo vazia à noite.

A tal sacola que prometi dar explicações no Instagram...

A tal sacola que prometi dar explicações no Instagram…

Sempre treinei de manhã. Atualmente, pela mudança de emprego, tenho treinado à noite. E minha disposição não é a mesma. Eu continuo amando correr. E continuo dando prioridade para os meus treinos. Mas a força de vontade na hora de fazer um treino de tiro, por exemplo, não tem sido das maiores. Faço, mas faço tiros “medianos”…

Mas por outro lado, quando o treino é de rodagem fácil, esse vai tranquilo. Principalmente se for batendo papo com uma amiga. Nesses, minha preocupação é só cumprir a quilometragem, não me exige muito. Apenas serve para relaxar. Na minha cabeça, embora saiba que é necessário no conjunto do treinamento, o treino fácil não é pra melhorar a performance. É apenas pra desestressar.

Nos tiros,  eu precisaria de uma sacola cheia de força de vontade, para começar e também para não parar na metade. Se não uma sacola, seria ao menos algo parecido com um cinto de hidratação.  Na rodagem fácil não precisa de nada disso… qualquer restinho, um “golinho” que me faça calçar o tênis, é suficiente.

Queria terminar este post com uma conclusão incrível, mas ainda não posso fazer isso. Eu apenas repito que prefiro treinar de manhã, mas não sei se é uma verdade absoluta para todos. E também, pode ser que a corrida nem seja a paixão de todos que me lêem. Mesmo tendo lido até aqui, para alguns pode ser apenas um hobby e não tem nada de mal nisso. Talvez muitos só prefiram relaxar enquanto trotam no final do dia.

Vocês também carregam uma “lancheira” repleta de força de vontade com vocês e vão “lanchando” durante o dia pequenas doses de disposição? E a corrida? Ela se serve destes lanches ou funciona mais como uma “despensa” onde vão se abastecer?

Antes tarde do que nunca… Como foi a Maratona Beto Carrero

Parece que quanto mais coisa legal acontece, maior é aquele outro tipo de correria (nem tão legal assim mas muito importante) no trabalho, que não me permite vir contar tudo por aqui…

No dia 03 de agosto foi a tão aguardada Maratona Beto Carrero, prova de revezamento e a minha “mais ou menos” estréia nos 10K, posto que eu correria em quarteto e faria dois trechos dos 8 que compunham a prova. Digo “mais ou menos” porque desde o início foi estipulado que alternariamos os trechos, sendo que todos os integrantes dariam uma volta, fariam o revezamento e depois voltariam para correr mais uma cada…

Ano passado havia participado da prova em octeto e, mesmo sem preparo, tive muita vontade de correr mais, por isso eu e meu marido haviamos decidido montar um quarteto esse ano e foi o que buscamos fazer já em abril…

A(s) equipe(s):

Mandamos vários convites e de repente todos começaram a aceitar…

Arregimentamos as pessoas. Tinhamos inicialmente uma super equipe de 16 pessoas. Era, então necessário dividi-la em 4 sub-equipes.

Por critérios de afinidade e de pace fizemos a primeira divisão, tentando manter um equilibrio entre todas. Mantivemos, assim, os casais juntos, bem como pai e filha etc, porém ainda calculamos os paces médios para garantir que aquela equipe que fosse privilegiada com um atleta mais forte tivesse também aquele outro iniciante, mantendo a competitividade entre todas.

Ocorre que continuaram a aparecer interessados e abrimos mais dois quartetos ainda… Então, sem mexer nas equipes já formadas e já empenhadas em treinar juntas, ainda tentamos manter mais ou menos as mesmas regras de afinidade e equilibrio entre elas. Fechamos assim 6 quartetos, sendo 24 atletas, a maioria da mesma assessoria.

Uma parte, apenas, da nossa grande equipe!

Uma parte, apenas, da nossa grande equipe!

Com esse número, conseguimos negociar com a Trainer Assessoria o envio de estrutura (tenda, frutas, bolinhos, água, isotônicos…) para que tivessemos uma “base” enquanto aguardavamos nossa vez de correr…

Tinhamos ainda que escolher os nomes das equipes, essencial para a inscrição… E agora? Seria Trainer? Mas e aqueles que não eram da assessoria? Mas Trainer 1 a 6? O Ricardo Sargaço então, se não me engano, sugeriu homenagearmos os parques e praças de Curitiba onde treinamos… Ficaram assim, então, as equipes:

Trainer Jardim Botânico

Trainer Jardim Botânico

Trainer Bacacheri

Trainer Bacacheri

Trainer Barigui

Trainer Barigui

Trainer Oswaldo Cruz

Trainer Oswaldo Cruz

Trainer Hauer

Trainer Hauer

40tões Trainer - esta última por ter dois integrantes de outra assessoria daqui de Curitiba, a 40tões, claro!

40tões Trainer – esta última por ter dois integrantes de outra assessoria daqui de Curitiba, a 40tões, claro!

Porém, em cima da hora meu marido, que foi o maior responsável pela organização, foi diagnosticado com fratura por stress nas duas tíbias e proibido de correr por 90 dias… Assim, fomos obrigados a fazer uma substituição de última hora, vindo a integrar a minha equipe o Luiz Bernardo, que até então não conhecia…

A viagem:

Penha, onde fica o parque Beto Carrero, é razoavelmente perto de Curitiba.

Assim, deixamos a viagem para que cada atleta decidisse como iria, a maior parte optando por ir mesmo no dia da prova, já que era noturna.

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No fim, acabamos combinando de irmos mais ou menos juntos. Eu e meu marido fomos no carro da assessoria, com nosso técnico e meu colega de equipe Leandro, pois haviamos nos comprometido a ajudá-lo com a estrutura de tenda para a prova, já que o outro técnico/atleta, Tiago, por motivos religiosos não poderia trabalhar até o pôr do Sol.

Fomos mais cedo, mas logo atrás já vinham dois grupos, cerca de 12 pessoas que se organizaram para alugar uma van, e outro grupo no carro do Ricardo. Chegaram mais tarde apenas aqueles que tinham compromissos de trabalho, que coincidentemente acabaram chegando mais próximo ao horário da prova.

O hotel

O hotel merece um capitulo à parte. Pra quem não conhece, não tem indicação de hospedagem, o site da prova não facilitou em nada… Ano passado, ficamos em Camboriu e eu não havia gostado, pois exigia pegar estrada imediatamente antes e depois da prova. Fui eu, então, que sugeri buscar um hotel próximo. No site, entretanto, a busca mostrava em grande maioria hotéis no Balneário…

Achei então o link do Hotel Brasil. O site tá aí e não me deixa mentir. Além do Dedé Santana, as fotos das acomodações pareciam boas e até piscina tinha…

Chegando lá, porém, embora confortável, era muito mais simples do que imaginávamos e ninguém achou piscina nenhuma… Talvez até tenha, mas juro que não vimos…

Além disso, vimos diversos outros hotéis até mais perto…

 A organização

Nota 6,00 pode ser? A prova é boa, estrutura legal etc. Mas, se de um lado, desde o início a organização (da Sports Do) mostrou-se acessível e atenciosa, nos respondendo e-mails, fazendo alterações nas equipes etc, por outro lado se mostrou um pouco confusa. Note-se que enviamos por escrito o nome das equipes – Trainer – mas quando confirmadas no site, deparamo-nos com “Treiner”… Pedimos e foi alterado, mas tivemos que ver, mandar novo e-mail… Coisa que demonstra falta de atenção de quem faz os cadastros…

Depois, fui eu buscar os kits de todos os 24 atletas. Aquela montoeira de sacolas e uma super pressa. Não tive como conferir um a um. Só chegando no Hotel é que

vimos que as camisetas enviadas eram todas Baby Look “P” ou “M” masculina. E as “G” e “GG”? E as femininas “M”, cadê? Entrei no site para conferir o que cadastrei e surpresa – acesso retirado do site – voltamos lá para reclamar e, talvez por sorte, achei a menina que disse ter feito pessoalmente a anotação de todos os tamanhos de camiseta para cada uma das equipes inscritas, mostrando-me folhas digitadas com os nomes das minhad equipes e os tamanhos que ela dizia ser o que eu tinha enviado… Mas não era… Seria ela também quem cadastrou “Treiner” e não “Trainer”?

Para resolver o impasse, informei quais as camisetas eu gostaria de trocar e ela me pediu para voltar às 15:00 quando ela veria o que teria disponibilidade de troca… Até conseguimos, ao final, trocar a maioria.

Outro ponto complicado foi o atendimento às assessorias. Todas com barracas, mesas, coolers etc e não davam acesso de carro mais próximo, nem temporário… Tinhamos que estacionar longe e carregar tudo… Não custava nada estabelecer um horário para que as assessorias tivessem oportunidade de levar suas coisas…

Por fim, faltou o DVD em todos os kits de nossas 6 equipes, e nada das barrinhas de proteína e gel de carboidrato prometidos no pós prova…

Mas admito que a iluminação do percurso melhorou desde o ano passado, bem como a sinalização…

A prova

Divertidíssima! Rápida, com percurso mais iluminado e com mais atrações no meio do caminho… E como cada um correu voltas alternadas, poder fazer aproximadamente 5K, parar, tomar um isotônico, fazer uma massagem e voltar a correr é tudo de bom! Nem o vento conseguiu atrapalhar!

área de revezamento dos atletas

área de revezamento dos atletas

Minhas voltas ficaram em 25’07 e 25’31 e a Trainer Barigui foi a equipe, entre as que montamos, que terminou a prova antes, em 3h07m28s.  Ficamos em 13o. lugar na categoria e 83o. geral.

A medalha:

Linda, grande… digna do nosso orgulho de terminar a prova!

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O parque

No dia seguinte, Acordamos com o barulho de chuva, trazida pelo vento do dia anterior… Mas não deu nem tempo de reclamar… Quando abri a janela do quarto, já estava um dia lindo, céu azul e Sol! Bora pro parque, então!

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Apesar de ter ido no ano anterior, incrível como ainda tinha coisa pra ver, fazer e me surpreender! Além das montanhas russas e da Big Tower, imperdíveis independente do número de vezes que se vá, esse ano ainda tinha o show “Velozes & Furiosos”, que ainda não tinha sido lançado um ano atrás… Super indico! Os caras pilotam muuuito! E ver a cara dos meninos que estavam conosco assistindo as manobras – atração à parte!

Só o atendimento do restaurante da vila germânica é que não dá pra elogiar… Chopp bom, por que ninguém é de ferro, mas a grosseria e a larva na batata frita… :O Sim, isso mesmo… E a pessoa ainda tenta justificar…

Ano que vem, penso duas vezes antes de parar por lá… Mas que corro a prova novamente, não tenho a menor dúvida!!