Corrida de Obstáculo: Sim ou Nem Pensar?

Desde a minha primeira corrida de rua, há pouco mais de três anos, aumentaram muito as opções de corridas. O calendário de provas, antes restrito, hoje é quase impossível de se decorar.
Para definir minhas metas e não perder o foco entre tantas provas “imperdíveis”, foi preciso um certo estudo e alguns e-mails trocados com meu técnico.
No entanto, entre as novidades, destacam-se as provas com obstáculos. Aqui, na região de Curitiba, tivemos no fim do ano passado a Braves, que terá uma nova edição agora em abril.
Em Santa Catarina, está sendo anunciada nada mais, nada menos do que a maior corrida com obstáculos do mundo, a “Black Trunk Race Apocalipse“, a ser realizada em maio na Serra do Rio do Rastro, na cidade de Lauro Muller, com nada mais, nada menos do que 21K e 30 obstáculos.
Conforme dispõe o realease enviado para a impressa (e para o Corre, Mulher) o organizador do evento, Alessandro Custódio, comenta que não há nenhuma corrida que tenha um percurso tão longo: “Esse tipo de prova é supertradicional nos Estados Unidos e Europa, mas nenhuma é tão longa e com tantos obstáculos quanto a BTR Apocalipse. Nosso público sempre pediu uma prova mais longa, mais desafiadora. Essa corrida está sendo aguardada por muitos atletas desde a primeira edição da Black Trunk Race”.

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Crédito das fotos: assessoria de imprensa Black Trunk Race

Crédito das fotos: assessoria de imprensa Black Trunk Race

Mas, será que nós, acostumados a correr, estamos prontos para essas provas? Ou seriam provas mais voltadas a outro tipo de público, como o do Crossfit, por exemplo?
São provas que além de correr, claro, são dispostos diversos obstáculos espalhados durante todo o percurso, como barras, tanques para se atravessar a nado, paredes a se escalar… Algumas provas incluem ainda piscinas de gelo, arames farpados e, sempre, sempre mesmo, muita lama.
Claro que, como qualquer corrida, o vencedor também é quem chega primeiro, mas a preocupação com o pace se mescla com a superação de vencer cada um dos obstáculos. Quem opta por não fazer algum deles é penalizado com tempo parado.
Alguém já participou de alguma prova assim? O que achou? Vale a pena? Seria apenas uma “modinha”?
Eu, corredora “Pônei Maldito” como já falei aqui, confesso que não tenho muita coragem, mas devo, em breve, ir conhecer (eu não disse correr, viu? CO-NHE-CER)uma dessas provas pra poder contar melhor pra vocês.
– Quanto à Braves, talvez ainda tenham inscrições do último lote, diretamente na academia Be Happy.

– Quer saber mais sobre a Black Trunk Race Apocalipse?

Informações: www.blacktrunkrace.com.br ou telefones (48) 9646-8489 / 8433-7919 Instagram: @blacktrunkrace / Facebook: www.facebook.com/blacktrunkrace

Novo sorteio no Instagram!

Meninas, vocês já conhecem o “Linha de Chegada“?

Muito mais do que um aplicativo para celular para podermos acompanhar nossos treinos e analisar nosso desempenho, o Linha de Chegada é também uma ferramenta super útil por unir num só lugar uma agenda de eventos super completa (e que você pode personalizar informando em quais vai comparecer ou inserindo outros), dados sobre percursos e altimetrias, possibilidade montar grupos e compartilhar seus dados com amigos, desafiá-los…

Eu tenho meu cadastro por lá e sempre dou uma checada nas provas!

Ah, achou pouco? E ainda tem uma versão PRO voltada para uso de Treinadores e Assessorias para envio das planilhas personalizadas, feedback com visualização restrita entre professor/aluno… Muita coisa bacana mesmo!

E o Linha de Chegada é tão bacana, mas tão bacana, que vai presentear uma seguidora do Corre,Mulher! com uma inscrição para a WRUN no Rio de Janeiro!

PicsArt_1427465377993[1]E o que você precisa fazer para ganhar? É simples!

  1. Curtir o @corremulher no Instagram;
  2. Fazer o seu cadastro no http://www.linhadechegada.com;
  3. Indicar 3 amigas(os) na foto oficial no Instagram (igual a esta deste post, mas tem que ser lá!!);
  4. Cruzar os dedos e torcer para ser a corredora sortuda que correrá na faixa uma das provas femininas mais legais do país!

obs 1:. Homens e mulheres poderão participar do sorteio, mas só mulheres poderão correr, então, caso um homem seja sorteado, ele poderá indicar a mulher, namorada, mãe, amiga, vizinha…

obs 2: O sorteio é somente da inscrição, com direito ao kit respectivo. Qualquer gasto necessário com viagem, alimentação ou hospedagem para o Rio de Janeiro será de inteira responsabilidade da atleta sorteada.

DATA DO SORTEIO: 03 DE ABRIL DE 2015

Como cego em tiroteio

Lembra quando ovo era um veneno para o colesterol? E que depois deixou de ser? E depois, ainda, que passou a ser uma das principais fontes de proteína para quem treina?

E o que falar do glúten? Tirando o caso dos celíacos, o que nós, pobres mortais, podemos fazer? Uma hora a gente lê “Barriga de Trigo” e decide cortá-lo totalmente da dieta, daí abre o Instagram e vê algum nutricionista dizendo que não é bem assim…

Adoçantes em vez de açúcar? Você está louca? Sempre tem alguma pesquisa relacionando-o com alguma doença.

Ah, e a frutose? Pode ou não pode? Você fica feliz da vida que conseguiu cortar o açúcar refinado e o adoçante da sua vida e de repente descobre que aquela fruta que você acreditava ser super saudável está repleta de frutose, que é considerada tóxica para o nosso organismo…

Corto ou não corto o carbo? E o suco detox, desintoxica mesmo ou em grande quantidade o consumo de couve afeta a tireoide?

Greve de fome nem pensar, pois temos que comer de três em três horas, mas o que comer se tem pesquisa pra todo lado?

Quem mais se sente perdida entre tanta informação?

PhotoGrid_1427332644600[1]Como gosto de destacar, não sou nutricionista e não estou aqui pra passar dieta pra ninguém, mas tenho acompanhamento de nutrólogos a bastante tempo e se aprendi alguma coisa (além de não fazer dieta “por conta”) é que exageros não fazem bem, nem pra menos nem pra mais.

Eu reaprendi a me alimentar. Há alguns anos, minha dieta era rica em carboidratos simples, pouquíssima salada, pouca carne, várias idas em barzinhos com frituras e bebidas alcoólicas. Tudo isso associado a uma rotina de vida estressante e sedentária. O resultado? Claro que foi alguns bons quilos a mais e um princípio de distúrbio alimentar o qual, graças a Deus, tratei logo.

E foi com o tratamento que comecei aos poucos a reeducação alimentar, com uma preocupação maior em incluir alimentos em minha dieta do que propriamente em tirar, bem como inserir lanches entre as refeições.

Note que se você nunca estiver “morto de fome” a chance de comer exageradamente é menor. E se você se forçar a comer aquele “pratão” de salada e o frango grelhado, por mais que vá se servir também de macarrão, já será em menor quantidade…

Ainda, se tiver em casa tapioca, aveia, bananas, iogurtes, etc por que mesmo eu comeria pão com manteiga pela manhã?

A mudança começa antes na cabeça. Depois reflete no corpo. Se você não fizer as escolhas certas já no super mercado, certo é que não conseguirá seguir dieta alguma.

Ah, mas não precisa tirar nada do cardápio mesmo? Não sei… O ideal é, sim, sempre, buscar um médico ou nutricionista que fará uma avaliação totalmente personalizada para você, mas, em geral, acredito que a moderação é a palavra chave.

No meu caso, depois de abusos de férias, estou voltando ao meu peso normal aos poucos e a orientações do meu médico é de incluir mais peixes de águas frias, gengibre, alho, aveia, brócolis…Cortar? Sim, a ordem é cortar café. Mas por alterações dos meus exames. É uma regra específica.

Por outro lado, lá em casa não entra, em regra, açúcar comum nem lactose e diminuí muito o glúten, optando por produtos feitos a base de arroz, quinoa ou outros. Mas se tenho visita, compro logo os ingredientes e faço uma torta Banoffe com doce de leite, creme de leite etc. Se vou a um barzinho com amigos, o que, pela rotina de treinos é bem mais raro hoje em dia, não deixo de tomar um drink e comer uns petiscos, com glúten, fritura, ou o que seja.

Levo marmita para o trabalho, mas nunca para uma festa. Sem paranoias e sem terrorismo!

Eu não tenho CREF

Quem visita minha página no Instagram vai logo ler que sou “Procuradora, Corredora, Blogueira. Não necessariamente nesta ordem.” Na Vivo Esportes, igualmente, minha definição diz apenas “Procuradora Municipal”. Por aqui não diz, nem em lugar nenhum, Educadora Física, Coach, Nutricionista, Médica ou qualquer outra profissão.

Por isso, caro leitores, vocês jamais lerão em meus posts a prescrição de qualquer treino ou dieta. É por isso, também, que sempre que eu comentar sobre os meus treinos ou sobre as recomendações dos meus médicos, vou destacar que o importante é sempre ter o acompanhamento profissional. E essa será a dica principal quando me consultarem sobre como começar a correr.

Eu, no máximo, poderia dar consultas jurídicas, e nem isso farei via internet, de forma generalizada.

Não interessa quantos milhares (ou milhões) de seguidores na rede tenha um(a) blogueiro(a). Não interessa há quanto tempo ele ou ela treine. Nada, mas nada lhe dará o direito e o conhecimento de um profissional devidamente formado e habilitado (ou seja, que tenha o CREF – o registro perante o Conselho Regional de Educação Física, se treinador, ou CRM – no Conselho Regional de Medicina, se médico e assim por diante).

Ah, mas então eu não devo seguir Fulana ou Beltrano? Não, claro que não é isso que eu estou falando! As ditas “Divas Fitness” do Instagram em geral cumprem seu papel de difundir um estilo de vida mais saudável. Siga, curta, descubra novas modalidades esportivas… mas, para praticá-las, por favor, busque um profissional que lhe orientará, tirará suas dúvidas, às vezes até vai concordar com o treino que se comentou no blog, outras vezes, vai lhe dizer que não serve para você.

Sejamos conscientes. Exercício Ilegal da profissão é crime. E não queremos que o nosso corpo seja a maior vítima.

(texto originalmente publicado no site da Vivo Esportes)

Corredoras dignas de admiração

Texto originalmente publicado em Vivo Esportes:

 O dia internacional da mulher é uma data para muito mais reflexão do que de comemoração, posto que lembramos de um passado trágico, quando em 8 de março de 1857 mulheres que pediam por condições dignas de trabalho foram trancadas e incendiadas dentro de uma fábrica em Nova York, Estados Unidos.

No entanto, nestes mais de 150 anos que se passaram, nós mulheres tivemos várias conquistas, sim, e aos poucos continuamos conquistando nosso espaço e reconhecimento.

Assim, como uma singela homenagem a toda a “classe feminina”, venho usar este espaço para homenagear algumas corredoras que ajudaram e ajudam a mostrar a força e o valor das mulheres no esporte. Não foi fácil escolher apenas 5, mas você sabe quem são elas?

1.  Na época do colégio, tentou ser líder de torcida. O pai torceu o nariz e, ao contrário do que se podia esperar, incentivou-a a pensar além dos papéis tradicionais da sociedade, mostrando que, mesmo mulher, ela poderia praticar esportes. Foi quando ela começou a correr e entrou para o time de Hóquei do colégio.

Em 1967, apenas homens corriam maratonas. Como o regulamento da Maratona de Boston permitia na época, ela fez sua inscrição apenas com sua inicial e sobrenome. Para os organizadores era tão absurda a ideia de uma mulher se inscrever, que nem se pedia para assinalar qual o seu sexo no formulário.

É bem verdade que tentaram retirá-la da rua quando perceberam que havia uma mulher correndo, mas os demais atletas (homens, claro!) a defenderam, para que pudesse concluir a corrida.

Assim, Kathrine Switzer, americana, foi a primeira mulher a correr a Maratona de Boston. Apenas em 1972 mulheres puderam correr oficialmente.

 2. Nascida em 1958, um ano após aquele incêndio que viria ser o marco da luta feminina, ela corria pelas vielas da Foz do Douro (Portugal) por que tinha medo do escuro. Gostava de ciclismo e natação, mas apenas por ser mais barato, passou a se dedicar ao atletismo e à corrida. Chegou a parar de treinar por problemas de saúde, diagnosticada com “asma de esforço” mas ela não desistiu.  Em 1981 voltou a treinar e foi encaminhada por seu técnico aos treinos de Maratona.

E não é que no ano seguinte, em 1982, participou da primeira Maratona Feminina realizada na história, na Grécia, que recriava o percurso originalmente feito pelo soldado Fidípedes? Não só participou, como venceu a prova!

Entre tantas medalhas e troféus, Rosa Mota conquistou a medalha de 3˚ lugar na Olimpíada de Los Angeles (a primeira com a prova feminina, em 1984), se tornando a primeira mulher medalhista olímpica de Portugal e, depois, o Ouro nas Olimpíadas de Seul (1988). Mas, entre nós, brasileiros, ela é lembrada por ter conquistado nada mais, nada menos do que seis – isso mesmo! –  seis títulos na nossa São Silvestre, entre 1981 e 1986.

3. Naquela mesma primeira maratona olímpica de 1984, uma corredora chamou a atenção. Ela adentrou o estádio com um esforço desesperado. Sofrendo com cãibras e muito desidratada, sofrendo com o Sol forte do verão americano, mal conseguia controlar os movimentos. Mesmo assim, toda torta, quase desmaiando, conseguiu completar a prova. Levou quase cinco minutos para fazer aquele curto percurso na pista de atletismo, fechando a prova em 2h48min42, o que lhe valeria tão somente o 37˚ lugar. Na época com 39 anos, Gabriele Andersen não podia desistir. Ela sabia que dificilmente conseguiria índice para participar de outra Olimpíada. Não subiu no pódio, não recebeu medalha, mas até hoje é lembrada como um exemplo de determinação.

4. Aqui no Brasil, as corridas também eram restrita aos atletas homens. A nossa prova mais tradicional, a São Silvestre, só teve uma edição feminina a partir de 1975, ou seja, há 40 anos atrás, ano que as Nações Unidas haviam instituído como sendo o Ano Internacional da Mulher.

No entanto, apenas em 1995 teríamos uma vencedora brasileira. A mesma brasileira que um ano antes tinha conquistado o recorde sul americano em Maratona (2:27:41, Boston, 1994), o qual persiste até hoje. No entanto, ela diz ser “vergonhoso” essa permanência, mais de 20 anos depois. Por quê? Por que faltam políticas sérias para o esporte que permitam que outras atletas o superem. Mesmo “aposentada” da corrida, Carmen de Oliveira continuou lutando pela valorização do esporte em nosso país e recentemente atuou como Presidente da Federação de Atletismo do Distrito Federal, sua terra natal.

5. Ela começou correr tarde, perto dos 30 anos. Estava achando que já era hora de se cuidar por que “já não tinha mais seus 20 anos” e, na rotina louca entre trabalho de tempo integral e cuidar da casa e da família, viu na corrida uma chance de se exercitar e se afastar do estresse. Às vezes sai de casa muito antes do Sol nascer para poder cumprir sua planilha. Outras tantas vezes, só consegue treinar à noite, depois de vencer todos os compromissos diários. Ainda, para definir as provas alvos, além do calendário, é preciso conferir o extrato bancário e as contas que vão cair mês a mês.

Aos poucos, ela vai superando seus limites, correndo distâncias mais longas ou diminuindo seu pace, sendo detentora de uma coleção invejável de medalhas.

Ainda não identificou quem é esta corredora? É você! Tenha certeza que você, atleta amadora, que paga pra correr, que não desiste qualquer que seja a dificuldade, que ainda assim bate recordes pessoais, você é digna de admiração e de aparecer nesta listagem!

Mas se você não se identificou, nenhum pouquinho que seja, com a descrição acima e está jurando que não, não é você a atleta de que eu estou falando, não se preocupe. Ainda dá tempo! Não tem idade para começar fazer aquilo que te faz feliz!

Feliz Dia Internacional da Mulher para todas nós!

Cabelo de Corredora – a novela…

Que corredora não sofre em manter o cabelo razoavelmente em ordem durante e depois dos treinos?

A gente vê as fotinhos de corrida no Instagram e acha que todo mundo parece capa da Runner’s World, menos a gente, não é mesmo?

Faz tempo que quero falar do assunto por aqui e por isso andei pedindo dicas e testando muita coisa e tentando analisar da forma mais isenta possível, pois não queria um post com cara de propaganda de produto algum.

Como prender? Qual o melhor produto? Ahhh!!! Vamos por partes…

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Trança x Rabo de Cavalo

Nas respostas às minhas perguntas, o prático rabo de cavalo é maioria. Isso a gente vê também nas ruas. Mas tem cada trança linda que a gente vê pelas corridas… será que ela s são eficazes quando o assunto é nó?

No meu caso, não. Eu acredito, sinceramente que para quem tem dons de cabelereiros, que sabe fazer aquela trança embutida linda, talvez possa resolver. No entanto, no meu caso, que tenho o cabelo levemente repicado e meus dotes me permitem, no máximo, separar e trançar três mechinhas de cabelo, não muito longo, o resultado pós treino é o pior possível.

A trança vai se desfazendo no meio do treino e os piores nós já vistos são formados. A trança vira um bolo só, com vários “desfiados”, pulando pra fora.

Confesso que até coque eu tentei e ele também se desmanchou no meio do treino.

Desta forma, o jeito é manter o tradicional rabo de cavalo.

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Daí veio a dúvida: Usar um elástico no meio do rabo para tentar mantê-lo mais unido e embaraçar menos?

Essa é uma técnica que não desisti, ainda, completamente (e foi a escolhida para correr a Meia na Disney) mas eu tenho achado que é só um meio termo entre o rabo e a trança e muitas vezes o nó fica justamente na área deste elástico do meio, motivo pelo qual tenho usado, em geral, o rabo simples mesmo.

headbands x Viseiras

Rodolfo Oliari

Em geral, quem vê minhas fotos nas redes sociais, vê que costumo correr com viseiras. É óbvio que viseiras não são acessórios para prender o cabelo, mas que ajudam a manter nossos olhos protegidos do Sol e também do cabelo que insistem em cair no rosto, isso ajudam!

Eu já tentei usar headbands de diversas marcas (e outras sem marcas também) mas nenhuma – absolutamente nenhuma, mesmo a mais cara e mais cheia de silicone e o caramba – pára em meu cabelo.

A Larissa, do “Saia pra Correr” até me deu uma dica boa, de colocar presilhas (os famosos “tictacs”) na parte de baixo do cabelo, prendendo-as… olha, as presilhas só não deixam perder as faixas pela rua, mas manter o cabelo no lugar, não, não mantém…

As únicas headbands que param são aquelas que não são bem uma headband, mas aqueles “orelhitos”, as faixas bem grossas, de inverno, que servem também para manter as orelhas aquecidas, mas em geral, uso as headbands para o pós corrida: Após tirar a viseira, para tirar fotinhos, é bom ter uma faixinha pra manter a aparência em ordem!

Antininhos

anti_shock_pinckcheeksUma marca muito legal para quem pratica esportes ao ar livre é a Pinkcheeks. Tem vários produtos muito úteis e é desta marca o primeiro produto que experimentei voltado exclusivamente pra manter o cabelo sem nós nos treinos e provas. Super indico o Antishock.

É bom e funciona. Mas não é tão fácil de encontrar, é preciso marcar com uma consultora… Quer quebrar o galho com um produto de mercado, bem baratinho? Outro dia, pensando sobre o assunto, “caiu a ficha”: Ei, a ideia do Antishock não é assim tão original… Lembrei que quando eu era criança, minha mãe comprava o Neutrox Mar e Piscina para passar no nosso cabelo quando íamos ao clube ou praia… E não é que resolveu pra corrida também?

neutroxUma embalagem maior que a do Antishock da Pinkcheeks, por menos da metade do preço e funciona tão bem quanto… Virou item obrigatório na minha mochila de treino!

Como tudo nessa vida, e principalmente na corrida, não tem fórmula mágica. Tudo depende de adaptação. Tem alguma dica? Pra você, tem algum produto top que valha a pena compartilhar? Outro jeito de prender o cabelo? Fique a vontade para compartilhar suas experiências com a gente!