Esquenta Panturrilha – noite perfeita!

A noite de quarta-feira, dia 19, foi, sim, perfeita!

Mesmo tendo acordado às 5h20 para dar conta de deixar tudo pronto para ir direto do trabalho para a prova, mesmo ou até mesmo por que a previsão do tempo era de chuva e por levado dois puxões de orelha – um do meu técnico Leandro, e outro do Tchê, que é o dono e idealizador da Trainer Assessoria…

Eu e meu marido fomos participar da prova a convite da Nosso Time Projetos Esportivos, organizadora da prova.

Desde a entrega do kit, que além de ser disponibilizada no local do evento, podia ser feita também durante a inauguração da nova loja da Procorrer, até o final, tudo transcorreu de forma muito tranquila.

Mesmo com a inscrição baratinha (com direito a camiseta, R$ 29,90), a estrutura no local era TOP, com espaço para os patrocinadores (inclusive para a TRAINER ASSESSORIA) e contava inclusive para espaço para fotografias, disponibilizado pela Claro – olha que legal a “capa da revista”! Ainda, as fotos da estrutura:

Olha o pessoal da Trainer na capa da revista!

Olha o pessoal da Trainer na capa da revista!

 

20140319_19463020140319_194659Antes de chegar o horário da prova, ninguém ficou parado: Primeiro teve aula de Pilates e depois de Zumba, com professores da academia Hype , finalmente, o alongamento com orientação do Tchê (que acabou ficando super em cima do horário da largada…)

O percurso era de uma ou duas voltas no parque e, ao contrário do que sempre achei, não foi tão desmotivador “passar reto” na chegada para iniciar a segunda metade da prova. Como eu havia colocado na cabeça que era “mais um treino no Barigui” consegui seguir a prova numa boa, aproveitando que o clima ajudou. Estava fresquinho, a maior cara de que ia chover. E choveu mesmo, mas bem mais tarde, quando já estava em casa…

Na verdade, essa história de levar a prova como se fosse um treino, rendeu muitas risadas, o que é uma novidade pra mim ao se falar de prova. A largada foi conjunta – dos 5 (que eram 5.300m) e dos 10K (aproximadamente 10.600m). Fomos direto do alongamento para a largada, que aconteceu antes mesmo que pudéssemos nos posicionar no “funil”… o meu Polar não “achava” o GPS então fiquei pra trás, enquanto meu marido largou ao lado da Dani, nossa super parceira de treino. Prometi alcança-los e perto dos 500m consegui encontrá-los.  Mas logo tive que parar pra amarrar o tênis… Coisa de novata… não me perguntem por quê, mas eu que já passei raiva em outras provas e agora sempre dou nós duplos, dessa vez, nem me passou pela cabeça fazer isso…

Então, durante a primeira volta, acabei fazendo “brincando de pega-pega” com o Callado e a Dani. Desamarrou ainda mais duas vezes o tênis só antes deles pararem nos 5K. Eu ficava pra trás e os alcançava depois. E no tempo que corriamos juntos, davamos muita risada (o foco é o gordinho!!! *Piada interna)

Apenas na segunda volta e na 5a. parada para amarrar o tênis(!!!) é que me dei conta que eu podia dar mais um nó… e “incrivelmente” parou de desamarrar…  Acreditem se puder!

Terminando a prova, fui para a barraca da Trainer (bem ao lado do palco) onde o clima era de festa, ninguém muito preocupado com tempo, com meta… só diversão! E não é que o Marcelo, da Nosso Time, aparece de repente com o Microfone e anuncia a minha presença, falando do blog??? Muito 10!!!

E foi ele, também, que anunciou a premiação da etapa… ali do meu lado mesmo, acabou me chamando entre as 3 primeiras colocadas da minha categoria!!! Outra surpresa!

Fiz os cerca de 10.600m em 1h02m04s. Pace pouca coisa mais baixa do que o da prova de domingo, embora num clima muito melhor e sem sofrimento, então realmente não estava achando que levaria um troféu pra casa. Mas fiquei feliz da vida e super orgulhosa… Imagine se não tivesse que amarrar tanto o tênis??? Melhor nem pensar. Sem pressão é que é bom. Que coisa boa se divertir e ainda subir no pódio!

 

Mas eu falei de superstição quando postei uma das fotos no Instagram e no Facebook, né? Então… quando cheguei em casa, de super bom humor, claro, e super “endorfinada”, não é que eu percebo que o tempo todo estava com a saia de trás pra frente???

Acho que não dá pra perceber pelas fotos, não? Acho que ninguém percebeu lá também… e não me incomodou… Então brinquei que a partir de agora só corro com saia ou shorts virado… Qualquer coisa pra ajudar a colecionar troféus!!! (brincadeirinha, viu? – mais vai que…)

Seguem mais umas fotinhos do evento. Ainda temos mais 9 etapas em 2014. Topa participar da próxima??

Com a Dani, super parceira de corrida!

Com a Dani, super parceira de corrida!

Galera Trainer!!

Galera Trainer!!

Callado e Dani quase chegando na prova dos 5K (5.300m)

Callado e Dani quase chegando na prova dos 5K (5.300m)

Minha chegada na prova dos 10K (10.600m)

Minha chegada na prova dos 10K (10.600m)

Recebendo meu troféu de 3o. lugar na categoria!

Recebendo meu troféu de 3o. lugar na categoria!

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2ª Corrida Unidos pela Vida – Rebouças – Como foi:

Quem me acompanha no Facebook ou no Instagram sabe que não fiquei feliz com o resultado da prova do último domingo.

Por mais que eu não admitisse que a Corrida do Rebouças fosse uma “prova-alvo”, eu a via com bastante expectativa, por ser uma das mais planas de Curitiba (que é uma cidade que não tem muito lugar plano, não…).

Dessa forma, eu a via como uma boa oportunidade de buscar inicialmente um sub55 – posto que meu melhor tempo nos 10K é 00:55:10…

Só que não foi dessa vez. Sabe quando parece que tudo vem contra os nossos planos? Ok, ok… sem desculpas, mas a verdade é que não consegui treinar direito durante a semana, tive vários compromissos que não me deixaram descansar, ainda tinha a maldita TPM e no dia anterior, não parei em casa e comi fora (leia-se: sem respeitar horários e nem tudo assim tão saudável) o dia todo.

No domingo, prova às 8h00 da manhã – bem mais tarde do que costumo treinar – e ainda Sol e calor. E isso não é bom pra Curitiba. Ou melhor, não é habitual em Curitiba. E curitibanos não estão acostumados com isso… Resultado? Quebrei.

E quebrei feio aos 6K. Andava, dava uns três ou quatro passos trotando e voltava a andar, com vontade de chorar, de parar, de voltar… E ficava pensando como contar no blog que desisti… que vergonha… e ainda conseguiria postar #rumoameiamaratona depois de largar na metade uma prova de 10K?

Mas então veio um amigo, colega de assessoria, o Giovani, que apareceu do meu lado dizendo que ia me acompanhar até o fim… “Levanta o rosto”, “Esquece o relógio”, “Relaxa um pouco os braços”… ele falava e eu só obedecia… E não é que voltei a correr e terminei a prova? O tempo oficial ficou em 58’43” – 74ª Colocada geral (180 inscritas nos 10K) e 13ª colocada na minha categoria (32 inscritas).

Os quase 4 minutos de diferença do meu RP foram os que perdi caminhando e pensando em desistir…  E poderia ter sido mais tempo, se não fosse alguém pra não me deixar mais pensar em nada e me fazer correr, mostrar que minhas pernas aguentavam, sim, e que era só minha cabeça me sabotando…

Aqui, algumas fotinhos da Vivo Esportes:

Ainda nos primeiros metros...

Ainda nos primeiros metros…

Ainda tentando sorrir

Ainda tentando sorrir

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Metros finais, com a ajuda do Giovani

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Chegada. Até feliz pela “recuperação” e com o resultado em menos de 1h.

Quanto à organização, da Procorrer, com parte da renda revertida ao Hospital Pequeno Príncipe, daqui de Curitiba, vou ter que admitir que dessa vez eles pecaram um pouquinho…

O horário divulgado para a largada, era 8h00 para 5K e 8h10 para 10K. Apenas quando chegamos é que primeiro anunciaram que seria 7h55 a largada de 10K e 8h00 a largada dos 5K. E depois mudou, era 7h55 a largada dos 5K e 8h00 a largada dos 10… e, em cima da hora mudou tudo, a largada foi conjunta. E do “funil” não dava pra ouvir direito as caixas de som…

Então não cabia mais nenhum atleta dos 10K no funil quando avisaram… Era gente tentando entrar, “se enfiando”, “se apertando”…  Único “senão” da prova… Eu, na minha TPM braba, reclamei com o cara da staff que passava gritando e ele me colocou pertinho da linha de chegada… depois ainda ouvi dele que “essa mulherada é competitiva… sangue no olho”… pobrezinho… nem sabia que corria risco de vida… onde já se viu se meter com mulher de TPM… kkkk

No fim, devidamente endorfinada, o meu humor até melhorou e o que ficou foi uma grande lição de amizade, parceria e persistência…

Mais uma pra conta. Mais um pouquinho de experiência para fortalecer daqui pra frente…

Obs: Levei um ultimato do técnico para parar com a palhaçada de fazer academia um mês sim, outro não… esse ano ainda não “encaixou” os horários e estou dizendo sempre que “no mês que vem é pra valer”… então podem cobrar… abril…

Corre, Mulher! na mídia!

Em primeiríssima mão, venho contar a novidade!
Saiu a nova edição da Revista Viver Curitiba, com uma matéria super bacana sobre a corrida de rua e o universo feminino.
E o blog está lá, citado no meu depoimento de como a corrida mudou minha vida!

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Vale a pena conferir!
A edição toda está maravilhosa!
Obrigada à toda equipe e principalmente à Fabiane Tombely,  que entrou em contato comigo!

Alongar é preciso

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Desde o dia 1˚ de janeiro eu vinha sentindo muita dor. Principalmente nos movimentos de agachamento, mas a ponto de atrapalhar e muito as atividades corriqueiras do dia a dia, como pegar um sapato na parte de baixo do guarda-roupa ou subir e descer as escadas de casa ou do trabalho.

Levei um mês para ir ao médico, mais uma semana para fazer a ressonância e outra para levar o resultado para o médico.

Estava morrendo de medo de escutar que teria que interromper os treinos, adiar o projeto da meia maratona… Claro que espiei o laudo do exame e vi três ou quatro vezes a palavra “lesão” nele…

Mas daí sento na frente do médico e o que ouço, com um misto de alívio e vergonha) que o que tenho – Síndrome da Banda Iliotibial – na verdade ocorre somente face o encurtamento que tenho na coxa… por falta de alongamento!  O médico receitou-me uma injeção milagrosa que fez a dor sumir em poucas horas e alongar, alongar e alongar…

Sobre o tema ainda tenho muito a aprender e estou pedindo ao staff da minha assessoria para me ajudarem…

E é à Assessoria que recorro agora também pra falar um pouco mais de alongamento

Segundo Eduardo Arzua, técnico da Trainer, no espaço “Fala Treinador“, o ” alongamento antes do exercício não impede a lesão; o que aumenta a chance de lesão é a falta de flexibilidade, ou seja, o encurtamento muscular” – o que posso concordar, face experiência própria!

Ele ainda fala dos três tipos de alongamento existentes:

“- Dinâmico: consiste em movimentos lentos que, gradativamente, vão ampliando a mobilidade articular. Geralmente segue a realização de movimentos musculares específicos para determinado esporte.

Estático: o músculo é colocado na posição de alongamento funcional máximo e mantido por um período de tempo ideal, entre 15 e 30 segundos.

Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva: consiste basicamente em um processo sequencial, iniciado por um alongamento estático e seguido de uma contração isométrica de seis a dez segundos do músculo que é mantido alongado.”

 

Na Trainer, costumamos fazer os dinâmicos antes dos treinos, e os estáticos, com auxílio do staff, no final.

Segundo meu médico (e meu técnico) ainda devo fazer alguns alongamentos, preferencialmente com auxílio de uma corda, também nos dias offs.

Confesso que estou me esforçando mas é a hora que a preguiça bate forte… Se na academia já é difícil “parar” por alguns poucos minutinhos pra alongar, em casa então, difícil até de lembrar… Mas são ordens médicas!!!