Adidas Boost – primeiras impressões

Não resisti…
Outro dia postei no facebook que havia provado o novo Adidas Boost lá na Procorrer.
A propaganda é de que o tênis é uma inovação em running como nunca vista antes. Mostra que a nova tecnologia, “boost”, ao contrário do EVA, utilizado na grande maioria dos solados de tênis, além de amortecer, ainda impulsiona.
No dia que fui provar, já havia ficado bem impressionada. Eu, que só usava Asics pra correr, com todos os seus géis fantásticos, surpreendi-me com a maciez da pisada e como o Adidas calçava perfeito no pé… “como uma luva”, além de ser mais leve que os Asics Kayano e Nimbus.

Fotinho antes de sair para os primeiros 6K do meu tênis novo

Fotinho antes de sair para os primeiros 6K do meu tênis novo


E não é que no sábado voltei à Procorrer pra comprar o tênis?
Além do solado “boost”, o tênis é feito de tecido com a mesma tecnologia das roupas Adidas (que eu já aprovava antes), o que lhe dá uma cara diferente, pois não tem a telinha tradicional dos outros tênis. Na minha opinião, tem mais cara de quase uma sapatilha de corrida, por conta disso. Não imagino-me usando-o para ir à academia ou mesmo num passeio ao shopping. Ele tem cara de corrida, apenas.
Corri com ele no domingo pela manhã. Fiz o treino da minha planilha de sábado, que havia deixado de fazer (feio, eu sei…).
Nos primeiros metros estranhei justamente pela maciez. Corro mais com o Noosa do que com o Kayano, sendo que o Noosa tem bem menos amortecimento. O Boost pega o que tem de melhor em cada um deles. É macio como o Kayano, com a leveza do Noosa (na verdade, acho que é até mais leve do que o meu Noosa 7, pois pelo que vi, é o mesmo peso do Noosa 8, o qual diminuiu consideravelmente o peso de uma edição para a outra).
Ainda no primeiro quilometro, fui tentando corrigir a técnica, para pisar mais leve, sem bater tanto o pé no chão e os poucos fui me adaptando ao tênis. Correndo sem música, a gente consegue se concentrar mais nos movimentos e tentar corrigir os erros. Senti uma diferença na pisada mas ainda correrei mais com ele. A idéia é fazer a prova da Adidas, no dia 14 de abril, com ele. Até lá, terei uma opinião mais bem formada, mas por enquanto, a impressão continua positiva, até por que, quando completou 5K, meu tempo era menor do que o meu melhor tempo em prova, dando-me boas expectativas para a próxima!

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Eu venci o sono!

Este era o slongan da corrida que participei no sábado passado, a corrida noturna da Unimed!
Captura de Tela 2013-03-10 às 01.29.40Estrutura bacaninha, dentro do Campus da Universidade Positivo, só pecou pela pouca iluminação da área reservada para as assessorias. Alguém comentou que deveria ser na área do campo de futebol e da pista de atletismo, mas com a chuva que havia tido a tarde, talvez fosse bem pior.
No mais, havia muuuuuuita gente. Muita gente que estava estreando em corridas, o que se via na hora da largada… Gente perguntando como funcionava a prova, a cronometragem de tempo, gente que se assustou quando descobriu que a prova saía da faculdade e ia pra rua… Isso é legal, por que a gente vê que é mais gente praticando o esporte, mas por outro lado, uma coisa que poderia ser melhor aproveitada e não foi por causa de tantos novatos era a presença de “pacers”, pessoas com a plaquinha de ritmo para você se basear na sua corrida.
Pra quem não sabe, “pacers” são pessoas, muitas vezes contratadas, ou voluntários, que têm experiência em corrida e conseguem fazer a prova inteira no mesmo ritmo. Essas pessoas carregam uma plaquinha indicando o ritmo que estão correndo e você, se quiser e conseguir, os acompanha. Desta forma saberá qual o seu “pace” (que nada mais é do que a média de tempo que você leva para completar 1K) e, consequentemente, em quanto tempo concluirá a prova.
Eu procurei a plaquinha de 5”30’. Se eu conseguisse acompanhar o ritmo do pacer até o final, significaria uma prova em 27”30’, que seria mais do que excelente para mim. No entanto, principalmente na largada, foi dificil acompanhá-lo face a tanta gente andando, conversando… Mas ainda assim tentei mantê-lo no campo de visão, embora um pouco mais atrás.
Fui com o celular no braço, mas sem música, sem fone de ouvido com as informações sobre a minha corrida, nada. Só levei mesmo o celular para ter a prova registrada, mais nada. E fui correndo… E o primeiro quilometro, pra mim, parecia loooongo… e não é que eu achava que não o tinha completado ainda e de repente cheguei no primeiro ponto de hidratação? Era já mais de 2K e eu nem tinha notado!
Um pouco antes disso me perdi da plaquinha do pacer, pois sem saber eu estava tentando manter-me perto do pacer que faria a prova de 10K. No entanto, com a surpresa de descobrir-me bem na metade da prova, senti-me mais motivada a continuar correndo e, mais uma vez, “de repente” vejo o portão da universidade… já estava na etapa final da prova!
O percurso da Unimed, como eu já sabia, não é dos mais fáceis. É uma região de altimetria bem variada. Dentro da própria universidade tem uma subida razoável, mas nem nesta eu precisei caminhar. Fiz a prova inteira em um ritmo mais ou menos constante, variando dos 5”30’ desejados até 6”10’, que resultaram num tempo final de 29”57’, exatos 20 segundos a mais do que a minha melhor marca até hoje, mas que foi obtida num percurso bem mais plano.
Terminei a prova feliz com meu resultado. Mesmo antes de saber o tempo oficial, já encontrei com meu técnico e disse que tinha feito a melhor corrida até hoje e o agradeci pelo treino que havia feito na quinta-feira anterior, quando ele correu ao meu lado, corrigindo minha postura e passando-me técnicas , inclusive para subidas.
Mais do que em qualquer outra prova, a tal da “endorfina” bateu… eu estava me sentindo bem, disposta até a correr mais um pouquinho… Contente em perceber que houve uma melhora técnica, independente da velocidade.
Assim, passados os seis primeiros meses de assessoria, é hora de passar para uma nova etapa do treinamento!
Além dos três treinos semanais de corrida (que eventualmente viram cinco), meu técnico passará a me orientar a mim e a meu marido também na musculação três vezes por semana.
A idéia é adequar ambos os treinos para que, alinhados, fique mais fácil atingir nossos objetivos, sendo que no meu caso é correr melhor e mais rápido e ter um abdomem de dar inveja à panicat… Juro que chego lá!
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Ah… e quanto à saia… eu gostei, não atrapalhou e me senti bonitinha… 😉 Então, tá aprovada, sim!

Saia pra correr (ou seria corra de saia?)

Então, meninas… O Dia Internacional da Mulher foi ontem e nem consegui postar por aqui, tamanha a correria no trabalho, mas espero que todas tenham tido um ótimo dia, lembrando de todas as conquistas já obtidas!

Eu, no clima de comemoração ao dia da mulher, acabei rendendo-me à uma “saia running”…
Eu dizia que não gostava (e continuo não achando legal quando usam com camisetas largas de corridas) mas acabei adorando esta saia da Asics, que comprei lá na Procorrer, usando o vale presente que ganhei na corrida de domingo passado.
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Ainda não me acostumei totalmente, me senti um pouco menininha, um pouco tenista…
E vocês, como se vestem quando vão correr?
São adeptas às saias?

Hoje é dia de prova noturna e vou usar a minha saia nova, então depois eu conto se gostei ou não!

Um ano de corrida

Há pouco mais de um ano atrás, recebi um e-mail que mudaria minha vida. Era um convite para 11ª Corrida e Caminhada da Mulher.
Fiz a inscrição no impulso, sem nunca ter treinado, sem jamais sair pra correr… Pensei apenas “caminhar eu sei, qualquer coisa, ando!”.
Acontece que não sei fazer as coisas por fazer, e, algumas horas depois de me inscrever, voltei ao site da prova para só então ler o regulamento. E, então, decidi que ao menos tentaria dar o meu melhor.
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Hoje foi a 12ª Corrida e Caminhada da Mulher. Eu estava lá de novo. Eu estava lá, de novo, tentando dar o meu melhor e comemorando, pela primeira vez na vida, praticar um esporte com regularidade por tanto tempo ininterrupto!
E o melhor é que não basta. Quero continuar correndo por muito mais tempo e cada vez melhor.
1 ano, 14 provas, 3 tênis depois e cerca de 10 minutos a menos no meu tempo, o que eu vejo é que é só o começo!

Somente algumas das fotos e alguns dos amigos que fizeram parte desse ano fantástico de corridas!

Somente algumas das fotos e alguns dos amigos que fizeram parte desse ano fantástico de corridas!


Querem saber da prova?? A prova, como todos os eventos da Procorrer, foi muito bem organizada. O kit básico, com camiseta rosa pras meninas e azul para os meninos, que puderam participar, pela primeira vez, mas apenas aqueles que fossem inscritos na categoria casal, correndo amarrados a uma mulher, tinha ainda um squeeze básico de um patrocinador, um pacote de café e dois sachês de cappuccino de outro, e a bendita cordinha… sim, participei na categoria casal!
A Trainer, assessoria que não troco por nada nessa vida, ainda fez um “mimo” para as mulheres e nos presenteou com um sabonetinho líquido bem cheirosinho! Obrigada!
No que se refere à corrida, propriamente, eram 6K, com apenas um ponto de hidratação, depois do terceiro quilometro, o que, honestamente, achei pouco. Assim como há um ano atrás, o dia estava lindo e o sol “de rachar”. Ainda, 2/3 da prova consiste em subida. Um ponto de hidratação no 2K e outro no 4K, não mataria ninguém, né? Pelo contrário… Eu era uma que estava desesperada para jogar uma água na nuca e vi mais gente reclamando também durante a prova…
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A novidade da categoria casal foi divertida (embora eu e meu marido tenhamos nos estranhado algumas vezes, pois costumamos ter estratégias bem diferentes de corrida… eu largo na frente e começo forte, ele costuma largar no final e dar um Sprint no último quilómetro, daí já viu, né?) mas no geral acredito que funcionou bem e evitou que os homens corressem “na pipoca” para incentivarem as suas amadas.
Não tenho meu tempo oficial, mas pelo que marquei pelo Micoach e pelo que vi na linha de chegada, o meu pace médio foi abaixo do meu melhor tempo até hoje, mas ainda não suficiente para atingir a meta que tinha estabelecido para esta prova que era de 32min. Acredito que fiquei na casa dos 33min… Vamos ver… se for isso, quer dizer que diminui cerca de 10 minutos em um ano! Se eu baixar mais 10, no próximo ano é pódium! – Sonhar não custa, né? 😉
E, pra que meu “aniversário” de corredora fosse mais especial ainda, adivinha só? Como de costume, há sorteios de diversos brindes no fim da prova. Ano passado, fiquei até o fim e nada… E não é que meu marido me deu sorte este ano e nosso número foi sorteado? Ganhamos um vale de R$ 50,00 (cinquenta reais) para compras na loja física da Procorrer! Só falta decidir se será um shorts novo ou um desconto num tênis… Muito bom!
A camiseta do kit com o vale presente ganho no sorteio!
Melhor? Só se a Fer estivesse correndo também… Ferzinha, você fez falta, assim como está fazendo falta por aqui!!!